Nefropatia diabética: entenda mais sobre essa doença

Condição afeta os rins de pessoas que convivem com o diabetes

Nefropatia Diabética Clube do Diabetes

Quem convive com o diabetes sabe: exames periódicos, além de atenção aos sinais diários do corpo, são sempre necessários para manter a saúde em dia. Isso porque essa condição está diretamente associada a outras patologias, como a nefropatia diabética.

Essa enfermidade costuma se manifestar quando os vasos sanguíneos dos rins sofrem alterações por causa do diabetes. Ou seja, faz com que a pessoa perca suas proteínas através da urina.

A nefropatia tem o poder de reduzir as funções desse órgão progressivamente até os rins pararem de funcionar por completo. Portanto, se o diagnóstico for precoce, é possível tratar o problema ainda no começo.

Segundo dados da Sociedade Brasileira de Nefrologia, cerca de 25% das pessoas que convivem com o tipo 1 da condição e 10% dos portadores do tipo 2 desenvolvem problemas nos rins.  

Por isso, para te ajudar, separamos algumas informações importantes sobre a nefropatia diabética:

Diagnóstico

Apesar de não apresentar sintomas visíveis, o diagnóstico prematuro dessa doença é feito através de um simples exame de urina que leva o nome de microalbuminúria

Já em fases mais avançadas, é possível identificar a nefropatia por meio do aumento dos níveis de creatinina, ureia e proteína no sangue.

Tratamento

Além dos cuidados com o diabetes, é necessário a ingestão de remédios específicos para impedir que a nefropatia se desenvolva (receitados por um Nefrologista). 

Não fumar, manter uma alimentação saudável, controlar a pressão, o peso e o colesterol também são cuidados essenciais para a recuperação do paciente.

Prevenção

Para prevenir o aparecimento desta enfermidade, é preciso fazer um controle rigoroso das taxas de glicemia no sangue. Como também realizar exames de rotina com frequência, principalmente o de urina.  

O quanto antes essa doença for identificada, maiores são as chances de regressão da nefropatia. Caso ocorra a perda da função renal, é preciso se submeter à hemodiálise ou até mesmo ao transplante dos rins.

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