Todo paciente diabético sabe que a alimentação saudável é uma parte importante de seu tratamento contínuo. Agora, se você foi diagnosticado recentemente, não tema: isso não significa que você não pode comer mais nada. Pelo contrário, a diversidade de grupos alimentares na composição de sua alimentação diária é essencial para a sua saúde.
É fácil entender o porquê disso. O crescimento do número de diabéticos tipo 2 está relacionada diretamente à má alimentação e sedentarismo. Logo, o comportamento contrário é um dos componentes principais para manter a glicemia controlada.
O complicado agora é escolher o cardápio. Por isso, viemos para ajudar. Veja as dicas que preparamos para você planejar suas refeições da melhor forma — saudável, mas sem perder o sabor!
Já diziam nossas avós que um prato bem colorido é sinônimo de uma alimentação completa. E elas tinham razão. Por isso, capriche na variedade de vegetais para sua salada e complemente com legumes de todos os tipos. Eles são cheios de fibras, vitaminas, minerais e antioxidantes.
Quinoa, chia, linhaça e outros grãos são famosos na alimentação saudável. Eles colaboram para o controle da glicemia e suas fibras promovem maior saciedade, o que ajuda na manutenção do peso.
Esse tubérculo chegou para ficar no cardápio de quem está investindo em saúde. Ele tem um baixo índice glicêmico, ou seja, seus carboidratos são absorvidos lentamente pelo organismo. Esta característica ajuda no controle da doença e na prática de exercícios.
Alimentos como o feijão, a lentilha e o grão-de-bico também não podem faltar na dieta. Eles também ajudam a evitar as oscilações nos níveis de glicose no sangue. Mas não só isso: são fontes de fibras solúveis, antioxidantes, vitaminas e proteínas. O feijão preto ainda colabora para a redução do colesterol e dos triglicérides.
A canela aumenta a sensibilidade à insulina e é importante no combate ao colesterol ruim (LDL). Por ter ação termogênica, ainda é bem-vinda na dieta de quem precisa perder peso.
Gorduras são importantes fontes de energia para o organismo e também atuam na síntese de hormônios. Mas é preciso escolher versões saudáveis, que são fontes de ômega 3 e de outros ácidos graxos. Boas escolhas são o abacate, nozes, amêndoas, castanhas, óleo de coco e azeite de oliva. Só não vá à loucura. Esses alimentos são bem calóricos e devem ser consumidos com moderação.
A casca da maçã tem grandes concentrações de pectina. Ela é uma fibra importante para o controle da glicemia e para reduzir o mau colesterol. Além disso, a fruta contém baixo índice glicêmico, então pode comê-la tranquilamente.
A aveia é rica em uma fibra solúvel chamada beta-glucana, que aumenta a sensibilidade à insulina e evita os picos de açúcar no sangue.
Consuma a menor quantidade de sal possível. O sódio aumenta a pressão sanguínea. Combinado às complicações cardiovasculares do diabetes, não é uma boa ideia.
O melhor é que se faça refeições fracionadas durante o dia. Assim, é mais fácil controlar o nível de açúcar no sangue e evitar comer muito, já que não sentirá fome.
As frituras não são alimentos indicados para diabéticos. Elas não ajudam na perda de peso e costumam vir com grandes quantidades de sódio. Prefira alimentos assados e grelhados.
Por mais que eles pareçam seguros, os produtos diet só não têm açúcar. Mas eles ainda têm carboidratos, que elevam o nível glicêmico do sangue. Questione seu médico sobre esses tipos de alimentos!
Na hora de escolher as frutas, sempre prefira consumi-las com bagaço, porque são ricas em fibras, aumentando a saciedade. Além disso, é melhor consumi-las na sua forma natural, ao invés de sucos. Assim, eles removem as fibras de sua composição, sobrando só o açúcar para ser absorvido pelo organismo.
Leites e queijos devem ser consumidos em sua forma desnatada, por ter um baixíssimo nível de gordura.
A carne vermelha é muito importante na dieta, por causa da grande quantidade de proteínas, ferro e vitamina B12. Portanto, prefira os cortes magros, que possuem menos gordura saturada, como o lagarto, o patinho e a alcatra. Entre as carnes brancas, o peixe é o mais indicado, especialmente o salmão e a sardinha, fontes de ômega 3.
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