Dores Emocionais

Eu me vi nessa matéria publicada no site da ANAD.

Sim, porque tenho muitas dores em vários lugares do corpo. Algumas, claro, sei que são lesões de fato, porque malho, sempre fui meio rata de academia, e quem faz esporte tem lesão. Ombro ( um dia vou falar sobre isso por aqui) , pulso arrebentado, joelhos e agora coluna ( que anda judiando muito de mim) são meus “parceiros”do esporte.

Já as dores de tensão – nasci estressada – são péssimas e pioram muito com o quadro de stress….um horror. Claro que cansei de sofrer e ando realmente cuidando de mim ultimamente. Terapia ( psicanálise), medicina oriental para dores e relaxamento, fisioterapia, massagens, etc, etc.

Leiam, vale muito a pena.

DORES EMOCIONAIS

Um clínico observador ou um médico pronto-socorrista atento, sem falar nos psiquiatras, percebem facilmente que os pacientes deprimidos se queixam de muitas dores. E vice-versa, ou seja, o inverso e absolutamente verdadeiro; pacientes com quadros dolorosos costumam estar dephrimidos.

A CID.10 diz que a queixa predominante do Transtorno Doloroso Persistente é uma dor persistente, geralmente intensa e não explicável inteiramente por um processo orgânico ou algum transtorno físico. Isso que dizer que mesmo que haja algum problema físico, como por exemplo a atribuição da dor da coluna aos famosos “bicos de papagaio”, a intensidade da queixa não se justifica pela alteração orgânica. A rigor, pequena parte dos tais “bicos de papagaio” são dolorosos.

Em geral, ao se avaliar o paciente com Transtorno Doloroso Persistente ou qualquer outro transtorno do grupo somatoforme, percebe-se um contexto de conflitos emocionais e problemas psicossociais importantes que sugerem serem os mesmos a causa essencial do transtorno.

As dores de fundo emocional são muito variadas, tanto em relação ao tipo, quanto em relação à intensidade. Muitas vezes são dores curiosas e que desafiam o raciocínio médico. Alguns pacientes não percebem o aspecto paradoxal de suas queixas, como por exemplo, as dores que resistem a um analgésico fortíssimo, como o opiáceotramal®, mas se aliviam prontamente com um analgésico bem suave, do tipo dorflex® ou similar. Nesses casos, percebe-se que tanto a dor quanto seu alívio atendem necessidades emocionais.

Infelizmente, não é raro que tais quadros dolorosos sejam interpretados como fantasias dos pacientes ou, pior ainda, como simulação. Esse tipo de desconfiança leiga e/ou médica mostra má vontade ompreensiva, falta de conhecimento ou simplesmente carência de sensibilidade humana. Além de tal atitude não aliviar a queixa do paciente, acaba contribuindo para o agravamento do quadro depressivo.

Um clínico observador ou um médico pronto-socorrista atento, sem falar nos psiquiatras, percebem facilmente que os pacientes deprimidos se queixam de muitas dores. E vice-versa, ou seja, o inverso e absolutamente verdadeiro; pacientes com quadros dolorosos costumam estar dephrimidos.

A CID.10 diz que a queixa predominante do Transtorno Doloroso Persistente é uma dor persistente, geralmente intensa e não explicável inteiramente por um processo orgânico ou algum transtorno físico. Isso que dizer que mesmo que haja algum problema físico, como por exemplo a atribuição da dor da coluna aos famosos “bicos de papagaio”, a intensidade da queixa não se justifica pela alteração orgânica. A rigor, pequena parte dos tais “bicos de papagaio” são dolorosos.

Em geral, ao se avaliar o paciente com Transtorno Doloroso Persistente ou qualquer outro transtorno do grupo somatoforme, percebe-se um contexto de conflitos emocionais e problemas psicossociais importantes que sugerem serem os mesmos a causa essencial do transtorno.

As dores de fundo emocional são muito variadas, tanto em relação ao tipo, quanto em relação à intensidade. Muitas vezes são dores curiosas e que desafiam o raciocínio médico. Alguns pacientes não percebem o aspecto paradoxal de suas queixas, como por exemplo, as dores que resistem a um analgésico fortíssimo, como o opiáceotramal®, mas se aliviam prontamente com um analgésico bem suave, do tipo dorflex® ou similar. Nesses casos, percebe-se que tanto a dor quanto seu alívio atendem necessidades emocionais.

Infelizmente, não é raro que tais quadros dolorosos sejam interpretados como fantasias dos pacientes ou, pior ainda, como simulação. Esse tipo de desconfiança leiga e/ou médica mostra má vontade ompreensiva, falta de conhecimento ou simplesmente carência de sensibilidade humana. Além de tal atitude não aliviar a queixa do paciente, acaba contribuindo para o agravamento do quadro depressivo


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